A Copa do Mundo expõe, em poucas semanas, uma fragilidade recorrente das empresas brasileiras: a dificuldade de integrar cultura e produtividade dentro de um mesmo modelo de gestão. Não se trata de futebol. Trata-se de liderança. A cada quatro anos, o país entra em um estado de mobilização coletiva previsível, mensurável e, sobretudo, inevitável. Ainda […]

