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Minas Gerais é exemplo de pioneirismo e excelência na triagem neonatal

O Estado de Minas Gerais é um bom exemplo de como é realizada a triagem neonatal, popularmente conhecida como “teste do pezinho”. Entre as doenças incluídas na triagem neonatal estão as hemoglobinopatias, tema que será abordado em mesa-redonda durante o 34º CBAC e 7º CBCC na palestra “A triagem neonatal para hemoglobinopatias: a experiência do Programa Estadual de Triagem Neonatal em Minas Gerais” pela Dra. Maria Helena da Cunha Ferraz, Coordenadora do Laboratório de Hemoglobinopatias do Nupad e professora aposentada da Faculdade de Medicina do Departamento de Propedêutica Complementar da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 

A triagem neonatal é obrigatória por lei em todo o Brasil desde junho de 2001 e serve para diagnosticar precocemente algumas doenças genéticas, metabólicas e infecciosas, nos recém-nascidos. Em Minas Gerais, os testes de triagem são realizados em amostras de sangue seco em papel-filtro, coletadas no 5º dia de vida. O objetivo da realização dos exames é detectar e tratar antes do aparecimento dos sintomas, impedindo o desenvolvimento das doenças ou pelo menos modificando o seu curso. 

O Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Triagem Neonatal, com cobertura de até quatro doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e fibrose cística). “Infelizmente, nem todos os Estados brasileiros realizam ainda os quatro testes. Minas Gerais é considerado pioneiro servindo de modelo para outros Estados” explica a Dra. Maria Helena da Cunha Ferraz. 

O Programa Nacional de Triagem Neonatal prevê três fases do teste do pezinho, em que os Estados devem se adequar. A primeira fase inclui a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito. A segunda acrescenta a anemia falciforme, e na terceira fase a fibrose cística. “Em Minas Gerais, são realizadas cerca de 265 mil triagens por ano, ou seja, 22 mil crianças por mês. Os testes são realizados pelo Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No Estado mineiro, a cobertura é de 100% dos municípios e pode-se afirmar que 98% das crianças nascidas no Estado realizam o teste. Desde setembro de 1993 até dezembro de 2006 foram triadas 3.258.197 crianças.”, afirma a Dra. Maria Helena C. Ferraz.

34º CBAC e 7º CBCC

Promovido pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC) e Sociedade Brasileira de Citologia Clínica (SBCC), o evento tem como objetivo a capacitação e atualização científica na área e tem como público-alvo: farmacêuticos-bioquímicos, biomédicos, médicos patologistas, entre outros profissionais da área laboratorial. O 34º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas e o 7º Congresso Brasileiro de Citologia Clínica terão início no dia 10 e irão até o dia 14 de junho, no ExpoMinas, em Belo Horizonte (MG). 

Paralelamente ao Congresso, terá uma área de Exposição com participação de 100 empresas como: Dade Behring, Hermes Pardini, Roche, Johnson & Johnson, Zeiss, Siemens, entre outras. O horário para visitação é das 09h às 19h. O evento reserva também uma programação cultural e de lazer, no período noturno, com o objetivo de aproximar e integrar os participantes. 

 Serviço:

34º CBAC e 7º CBCC
Data: 10 a 14 de junho de 2007
Horário: 09h às 19h
Local: ExpoMinas – Belo Horizonte (MG)
Tel: (62) 3214-1005
e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
site
: www.cbac.org.br

Sobre o CBAC

Desde 1971, a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas realiza o Congresso Brasileiro de Análises Clínicas com o intuito de aprimorar o conhecimento técnico dos congressistas e apresentar na área de exposição os mais recentes equipamentos, produtos e serviços do setor. Considerado pelos participantes, expositores, conferencistas e o mercado em geral, como o maior e mais importante congresso na área de análises clínicas da América Latina. 


34º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas começa no próximo dia 10 de junho

Promovido pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC) e Sociedade Brasileira de Citologia Clínica (SBCC), o evento tem como objetivo a capacitação e atualização científica na área e tem como público-alvo: farmacêuticos-bioquímicos, biomédicos, médicos patologistas, entre outros profissionais da área laboratorial. O 34º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas e o 7º Congresso Brasileiro de Citologia Clínica terão início no dia 10 e irão até o dia 14 de junho, no ExpoMinas, em Belo Horizonte (MG). 

Durante os cinco dias de vento serão apresentadas cerca de 95 conferências em análises clínicas com a participação de palestrantes internacionais e nacionais, todos renomados nos temas. Dentre elas podemos destacar: a do especialista italiano Armando Tripodi, que vai ministrar três conferências: Screening laboratorial das trombofilias, Monitoração laboratorial do uso de heparina e anticoagulantes orais e Screening laboratorial das coagulopatias hemorrágicas congênitas. Outros importantes palestrantes estarão presentes como o russo Govorun Vadim, o canadense Ralph Dadoun e também professores da Àustria, França, México e Paraguai.

“Tivemos o cuidado de escolher os melhores temas e os palestrantes adequados para cada conferência. Esperamos que muitas pessoas, que ainda não se inscreveram, façam-na no primeiro dia do evento. Até o momento já contamos com 1.600 pré-inscritos e esperamos um total de 4.000 profissionais do setor. Na área de Exposição, esperamos receber a visita de mais de 30.000 pessoas”, afirma o presidente da SBAC, Dr. Ulisses Tuma. 

34º CBAC e 7º CBCC

Para aqueles que não fizeram a inscrição, ainda há tempo. A organização do evento estará atendendo os interessados no primeiro dia do evento no próprio ExpoMinas. Vale ressaltar que além do conteúdo científico, o evento reserva uma programação cultural e de lazer, no período noturno, com o objetivo de aproximar e integrar os participantes.

Já estão confirmadas na área de Exposição a participação de 100 empresas como: Dade Behring, Hermes Pardini, Roche, Johnson & Johnson, Zeiss, Siemens, entre outras. O horário para visitação é das 09h às 19h.

Serviço:

34º CBAC e 7º CBCC
Data: 10 a 14 de junho de 2007
Horário: 09h às 19h
Local: ExpoMinas – Belo Horizonte (MG)
Tel: (62) 3214-1005
e-mail:
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
site
: www.cbac.org.br

Sobre
o CBAC

Desde 1971, a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas realiza o Congresso Brasileiro de Análises Clínicas com o intuito de aprimorar o conhecimento técnico dos congressistas e apresentar na área de exposição os mais recentes equipamentos, produtos e serviços do setor. Considerado pelos participantes, expositores, conferencistas e o mercado em geral, como o maior e mais importante congresso na área de análises clínicas da América Latina. 


Mobimax apresenta novos modelos de capas para proteção de iPods

A Mobimax, distribuidora brasileira de acessórios e periféricos de informática, apresenta no País novos modelos de capinhas para iPods da fabricante Belkin. O primeiro lançamento é a capinha camuflada compatível com a 5ª geração de iPod da Apple, de 30GB, 60GB e 80GB.

A capinha camuflada é feita do material ABS mais um tecido altamente resistente, semelhante ao utilizado em tendas, velas de barcos, capas de caminhões, entre outros. O fecho da nova capinha é em velcro nas cores laranja, verde ou prata e possui plástico transparente para proteção da tela do iPod. Encaixa-se perfeitamente ao iPod e vem com clip integrado para maior segurança.

Já a capinha em metal escovado mais acrílico serve para os iPods de 30GB, 60GB e 80GB. Ele está disponível nas cores prata, azul, preto, rosa e metal escovado, que revestem a parte superior do iPod e vem com duas tampas inferiores. Ele protege seu iPod por inteiro, inclusive os botões de comando, possui aberturas para conexões do iPod e encaixa-se perfeitamente. 

Onde encontrar e preço sugerido:

Os produtos podem ser encontrados nos seguintes pontos de venda: Americanas, Atera, Brasoftware, Casa do Notebook, Shoptime, Softcorp e Submarino. Os preços sugeridos são: Capinha de metal escovado com acrílico– R$129,00; e Capinha Camuflada – R$ 99,00.


Sobre a Mobimax
Distribuidora brasileira, fundada em 2002, que atua nas áreas de computação móvel e periféricos de informática. Os principais itens distribuídos são acessórios para iPod, PDAs, telefones celulares, mesas gráficas, impressoras térmicas, dentre outros. E agora também passou a distribuir para o setor automotivo: navegadores GPS, kit viva-voz bluetooth, suportes para dispositivos móveis, entre outros. Além de sua linha de produtos de marca própria, a Mobimax representa atualmente inúmeras empresas instaladas na Europa, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Japão, Taiwan, Hong Kong e China. Entre elas: Arkon, Apple, Seiko, Sandisk, Parrot, Aceeca, Griffin, Armor, OtterBox, Sergio, Textra, iKit, HardCandy e Dension. Os produtos são encontrados nas grandes lojas de varejo e nos melhores pontos de venda de informática do Brasil. Mais informações no site:
www.mobimax.com.br


Para onde caminha o ERP?

O mundo dos negócios está sempre em franca mudança e a dúvida que paira agora na mente dos executivos é sobre o destino do software de gestão (ERP). Isso porque a tecnologia influencia no gerenciamento dos seus negócios e os empresários precisam estar preparados para os novos tempos.

Creio que dois importantes fatores estão intimamente relacionados ao futuro do ERP. O primeiro deles é a tendência dos fornecedores de TI atenderem às pequenas e médias empresas (PMEs). Uma reportagem publicada no caderno Vida Digital, do jornal O Estado de S. Paulo, menciona “O movimento rumo ao chamado Small and Medium Business (SMB), claro, não está restrito ao Brasil. No País, assim como acontece em outros lugares do mundo, as pequenas e médias empresas atraem a atenção de fabricantes de equipamentos e desenvolvedores de software”. 

Tanto é verdade que Marcelo Kawanami, analista de pesquisa do grupo de Telecomunicações e TI da Frost & Sullivan, compartilha da mesma idéia e afirma que “Não é novidade que a grande maioria dos fornecedores de tecnologia estão focando para o segmento de pequenas e médias empresas. Também não é novidade que este segmento apresenta particularidades, nas quais estes fornecedores devem estar atentos para obter sucesso. O que poucos empresários de pequeno e médio porte sabem é que as grandes fornecedoras de tecnologia, estão focando não apenas no segmento, como também possuem programas e estratégias específicas para atingir este mercado.”

Então, não é apenas uma opinião minha e sim é uma tendência baseada em pesquisas e estudos que o mercado SMB é um dos principais alvos dos fornecedores de tecnologias. Agora vem o segundo fator: a Internet está consolidada. Depois de anos patinando e procurando soluções para problemas de navegação, podemos dizer que agora a WEB está aí e veio para ficar. Mesmo ainda com algumas questões a serem resolvidas, como infra-estrutura em telecomunicações, a Internet no Brasil já é uma verdade. 

Sendo bem otimista, acredito que as telecomunicações no País devem melhorar e baratear daqui há dois anos. A partir desse cenário, suponho que todas as soluções serão hosteadas e seguirão o Conceito Software AS A Service (SaaS). 

Um outro fato importante para adoção do conceito SaaS é que a Microsoft, a maior empresa do planeta em software, está investindo nisso e até montou o programa de incubação Microsoft SaaS, que provê infra-estrutura e serviços para as empresas de web-hosting oferecerem a ISVs. Além disso, a gigante Microsoft anunciou que irá oferecer com desconto licenças para ISVs para ajudá-las a se tornar um provedor de software como serviço. Vamos aguardar e ver.

Marcos Abellón – Diretor Geral da W5 Solutions, empresa brasileira desenvolvedora de soluções de BI e ERP


Gerente Móvel: uma nova forma de negociar

Entre uma parada e outra no trânsito dessa cidade tão caótica que é São Paulo, estive pensando em como um gerente de banco móvel poderia ajudar às empresas e a si mesmo. A verdade é que não há mais tempo para ir a agência e checar quais as melhores formas de investir e até de pedir um empréstimo para a empresa. O corre-corre do dia-a-dia dificulta isso.

Por outro lado, o gerente corporativo do banco precisa manter o contato pessoal, o tal face to face, com o seu cliente. Mas como? A informática pode contribuir nisso e creio que pode até dar a solução. 

A minha idéia foi a seguinte então. A solução seria ter um gerente que fosse visitar, principalmente, ao cliente corporativo com um dispositivo móvel para checar as contas da empresa e oferecer os melhores produtos e serviços perante o cliente. Como seria isso? O gerente teria um PDA ou smartphone que permitisse o acesso ao sistema bancário, semelhante ao disponível na sua mesa do banco, com segurança e total disponibilidade. Acho que já é o momento de trocar o bom e velho notebook pelos sofisticados e muitas vezes mais apropriados PDA’s/Smartphones.

Como obter essa solução? é a próxima questão. Então, a tecnologia já anda fazendo muito por isso. Uma parte da solução é adotar o Sincronismo e levar o sistema do banco para o PDA. Ou seja, realizar a integração de sistemas móveis a sistemas de retaguarda centralizados ou distribuídos. É necessário integrar dados corporativos do PDA centralizandos-os em uma base de dados e viabilizar a troca de informações entre as diversas plataformas de dispositivos portáteis com o Banco de Dados da instituição financeira. A arquitetura utilizada é conhecida como Cliente/Servidor, na qual existe basicamente um servidor central e um ou mais clientes que se comunicam com esse servidor de maneira rápida e segura.

Outra tecnologia que ajudaria nisso é ter um software que possibilitasse o acesso remoto seguro e em tempo real aos dados dos servidores de e-mail a partir de dispositivos móveis como Pocket PC, permitindo que o gerente acesse dados como e-mail, agenda, contatos, memos, lista de tarefas e arquivos de seu computador de forma fácil e rápida por meio de um PDA conectado a Internet. Os gerentes poderiam assim efetuar o download de anexos, responder as solicitações de reuniões e ainda gerir as suas pastas de conteúdos, enquanto se deslocam. Isso tudo para auxiliar o dia-a-dia do próprio gerente, que além de atender a um determinado cliente não esqueceria de dar suporte ao restante de clientes da sua carteira. 

Conclusão, o que a tecnologia móvel pode oferecer de benefícios para o novo gerente? Todas as vantagens que ele precisa para atender prontamente o seu cliente, esteja ele em seu escritório ou em um almoço ou em uma reunião de negócio. Com o dispositivo móvel, o gerente pode fazer as consultas necessárias das taxas, operações de crédito, vender o seguro mais adequado ao perfil do cliente em questão, entre outras ações. Enfim, tudo que o gerente realiza hoje na agência, ele pode fazer fora dela também.

Para mim a solução é ideal, não acham? As formas de se relacionar estão mudando. E acredito que seria muito interessante que isso se tornasse uma prática. Facilitaria para as empresas e os bancos continuariam a manter o relacionamento pessoal com seus clientes. Vamos esperar para ver se algum banco resolve adotar essa idéia, que pode ser aplicada também para outros negócios. 

 João Moretti – Diretor e fundador da MobSys, empresa brasileira especializada em soluções de mobilidade corporativa.


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